Tsunamis,
avanço do mar, calor excessivo. Aquecimento
global. Sem sombra de dúvidas esse é
o assunto da vez, ou “bola da vez”,
como dizem, onde todas as mídias estão
debatendo e discutindo sobre o tema. Mas, o problema
é: Ninguém vai se mobilizar para agir
a favor dos problemas ambientais para a partir dai,
quem sabe, a situação ficar amena?
É
engraçado. Todos falam sobre o assunto, mas
ninguém faz nada, a não ser organizações
não governamentais e/ou grandes empresas
que estão começando a mudar sua forma
de consumo e de trabalhar para tentar diminuir os
problemas, mas a sociedade em si praticamente não
se mobiliza ou não percebe o quanto é
importante começar a melhorar sua forma de
agir.
Em Aracaju, os problemas ambientais estão
se tornando evidentes a cada dia que passa. O mais
recente e que está tornando manchete de todos
os jornais diários é o avanço
do mar sobre a orla da capital que não só
está atrapalhando o comércio dos bares
da orlinha da Coroa do Meio, como também
a praça de evento da Orla da Atalaia, onde
o mar quebrou a passarela que antes era usada para
a sociedade chegar até a praia; a pista que
os carros eram estacionados e a própria natureza
local está sendo prejudicada, uma vez que
coqueiros e vegetação foram levados
pelo mar. Além, da questão polêmica
do bairro Jardins, onde há 10 anos atrás
era área de manguezal, e hoje, é cercada
por arranha-céus.
Esse fato deixa claro, que as coisas estão
mudando. Na verdade, a natureza está agindo
como ela sempre agiu, e, a população
precisa cuidar do que é seu e não
jogar lixo na rua, no mar, em esgotos; gastar muita
água; usar muito o ar-condicionado; utilizar
tanto os carros, pois esses emitem uma quantidade
de poluentes enormes e por aí vai. Se as
pessoas começarem a mudar seu modo de viver
com certeza o desequilíbrio ambiental tenderá
a ser menor.
Agora, a culpa não é da natureza que
está se rebelando contra o homem, e sim,
a natureza se rebelando contra os males que o homem
causa a ela. Por isso, que é preciso que
escolas, universidades, empresas e as famílias
percebem essa necessidade de mudar seu consumo e
seus hábitos, pois será a partir dessas
mudanças que as positivas vão acontecer
e amenizar as negativas.
E agora, José? Vamos mudar? Ou vamos continuar
mal tratando nossa terra? Pense nisso.